Dois grandes poetas de língua inglesa do século 20 avaliaram um terceiro, de reputação duvidosa, do 19. “Espera-se que a poesia seja algo muito concentrado, algo destilado; mas se Byron tivesse destilado seus versos não sobraria nada”, escreveu T.S. Eliot. Com o senso de humor de um freezer, tenta fazer graça: Byron parecia “um estrangeiro escrevendo em inglês”.
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