Servidores da Abin dizem cooperar com segurança de urnas, mas negam poder de fiscalização

A associação que representa os servidores da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Intelis, afirmou nesta terça-feira (25) que a agência presta apoio técnico para fortalecer a segurança cibernética das urnas eletrônicas, mas não tem qualquer competência sobre a fiscalização do processo eleitoral.

A nota foi divulgada pela associação diante do embate travado pela ministra do STF (Supremo Tribunal Federal) Cármen Lúcia com o advogado do deputado federal e ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem durante o julgamento sobre a suposta tentativa de golpe, nesta terça.
Leia mais (03/25/2025 – 20h23)

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