Há cerca de cinco anos, sob a gestão de Reynaldo Passanezi, a Cemig iniciou um plano extenso de venda de ativos da empresa, sob o argumento de que era necessário simplificar o portfólio. A estratégia, no entanto, foi alvo de uma série de críticas de setores políticos de Minas Gerais, que viram nas negociações uma forma de agilizar a privatização da empresa ?uma das prioridades do mandato do governador Romeu Zema.
Leia mais (04/01/2025 – 23h00)
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