De Toni vai presidir a Frente pelo Livre Mercado

A deputada Carol De Toni (PL-SC) será a próxima a comandar a Frente Parlamentar pelo Livre Mercado (FPLM), composta de cerca de 180 parlamentares. O atual presidente da FPML é Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL-SP).

Desde a sua criação, a FPML vem se dedicando ao aprimoramento da legislação e de políticas públicas pró-liberdade a partir do diálogo entre parlamento, setor produtivo, academia e sociedade civil organizada.

A chegada de De Toni à presidência do colegiado será anunciada oficialmente na próxima terça-feira, 8, durante o evento de lançamento da Casa da Liberdade. O espaço será destinado à concentração de membros do colegiado e líderes empresariais.

O evento contará com a presença de governadores e líderes do Congresso Nacional.

De Toni, respaldada pelo Partido Liberal (PL), deve aproveitar o currículo com passagens importantes pela Câmara para se projetar ao Senado, em 2026.

Quatro parlamentares já ocuparam a chefia da FPLM. Vale ressaltar os presidentes que estiveram no comando da Frente desde a sua criação:

  • Dep. Kim Kataguiri (União-SP) – 2019/2020;
  • Dep. Daniel Coelho (Cidadania-PE) – 2021;
  • Dep. Marcel Van Hattem (Novo-RS) – 2022;
  • Dep. Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) – 2023/2024.

Carol De Toni na minoria da Câmara

Carol se consolidou como uma forte opositora ao governo Lula | Foto: Reprodução/Facebook

Além de chefiar a FPLM, Carol é líder do bloco da Minoria na Câmara, cargo que ocupará até o fim de 2025.

Em seu segundo mandato como deputada, Carol se consolidou como uma forte opositora ao governo Lula. Em 2024, ocupou a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara.

Leia também: “Carol De Toni: ‘A liberdade de expressão é um direito apenas da esquerda’”, reportagem de Sarah Peres, publicada na Edição 248 da Revista Oeste

Sob o comando de Carol, a CCJ aprovou importantes pautas conservadoras, dentre as quais se destacam: pacote que visa a reequilibrar a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) junto aos demais Poderes; proibição do aborto em qualquer circunstância; e propostas que buscaram barrar invasões e atuações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Outro tema de grande repercussão foi o projeto de anistia aos presos pelo ato de 8 de janeiro de 2023. Impulsionada pela oposição, a proposta chegou a ser pautada e esteve próxima de ser aprovada na CCJ, mas acabou retirada do colegiado por decisão do presidente da Câmara à época, Arthur Lira (PP-AL).

Leia também: “A caminho do cadafalso”, reportagem publicada na Edição 262 da Revista Oeste

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