Caso Glauber Braga: relator pede cassação do mandato do psolista

O deputado Paulo Magalhães (PSD-BA), relator do processo movido contra Glauber Braga (Psol-SP), no Conselho de Ética da Câmara, deu um parecer que pede a cassação do mandato do psolista. O documento é analisado no colegiado na manhã desta quarta-feira, 2.

O episódio que motivou a ação do Novo ocorreu em 16 de abril deste ano de 2024, quando Glauber Braga agrediu Gabriel Costenaro, que é integrante do Movimento Brasil Livre (MBL). O deputado agrediu Costenaro com chutes. Depois, o psolista tentou agredir o deputado federal Kim Kataguiri (União-SP).

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Ao ler seu parecer, Paulo Magalhães descartou a tese do psolista de legítima defesa. O parlamentar afirmou que as agressões de Glauber contra Costenaro foram “injustificadas” e “desproporcionais”. 

Glauber Braga disse querer “aniquilar” os “liberais”

Na ocasião que resultou no processo contra Glauber Braga, o grupo do MBL estava na Casa para conversar com deputados contra a regulamentação do Uber. Depois do ocorrido, o psolista divulgou uma nota em que afirma que “não se arrependia do que tinha feito” e que foi provocado pelo integrante do MBL.

Durante a discussão, o psolista ainda disse querer “aniquilar” os “liberais” e os “fascistas de plantão”, depois de ter sido flagrado ao agredir um membro do Movimento Brasil Livre (MBL) no Congresso Nacional. O discurso foi feito na Comissão de Administração e Serviço Público. 

“Dentro deste auditório tem uma força robusta de quem se posicionou, de quem não custeou o alambrado no enfrentamento ao fascismo de plantão”, afirmou o deputado do Psol, ao se direcionar à mobilização de servidores técnico-administrativos de universidades federais e de institutos federais por reajuste salarial que participavam da comissão. 

O deputado do Psol declarou que não existe a “ilusão” de que “a derrota do fascismo se dá, exclusivamente, pela via eleitoral. Mas que não é possível “desprezar a necessidade de derrotar, também eleitoralmente, o fascista que estava na Presidência da República”, em referência a Jair Bolsonaro (PL).

“Mas a quantidade da mobilização é que faz a diferença para que o fascismo seja, definitivamente, enterrado”, disse Glauber Braga. “E, também, porque é fundamental que essa luta seja traduzida no aniquilamento daqueles que querem destruir os institutos federais e as universidades públicas brasileiras: que são os liberais e os fascistas de plantão.”

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