O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu mudanças em sua equipe no Palácio do Planalto. Valdomiro Luis de Sousa, que ocupava o cargo de chefe de gabinete adjunto no Gabinete Pessoal da Presidência da República, foi rebaixado para assessor especial. Na nova função, receberá R$ 14,8 mil por mês, abaixo dos R$ 22,7 mil estabelecidos para a antiga função.
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Essa mudança ocorreu dois meses depois de uma visita de Lula à galeria de ex-presidentes do Palácio do Planalto, em janeiro. Durante a visita, o petista, acompanhado da primeira-dama, Janja, e do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, expressou insatisfação pela falta de informações detalhadas sobre eventos políticos do país, como o impeachment de Dilma Rousseff.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu uma bronca em um auxiliar nesta quinta-feira, 9, durante visita à galeria de ex-presidentes do Palácio do Planalto. O petista se mostrou insatisfeito com “falta de informações” sobre os chefes de Estado e exigiu a inclusão de um… pic.twitter.com/4KSrr5ssJW
— Revista Oeste (@revistaoeste) January 9, 2025
A bronca de Lula
“O que quero é que conte a história: Dilma foi eleita, reeleita, depois sofreu impeachment, que foi um golpe”, afirmou Lula a Valdomiro, na época da visita.
Com a saída de Valdomiro, Swedenberger Barbosa assumiu o cargo. Este último, com uma longa carreira política no PT, é ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde e já integrou o gabinete de Lula em seus primeiros mandatos, de 2003 a 2010.
Swedenberger tem uma ligação histórica com Lula. Atuou, por exemplo, como dirigente do PT no Distrito Federal desde a década de 1980. Depois da vitória eleitoral do petista em 2022, Swedenberger organizou a transição do gabinete presidencial. Durante o escândalo do Mensalão, Swedenberger era como secretário-executivo de José Dirceu.
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