Deputados comentam decisão do STF que proíbe revista íntima em presídios: ‘Mais um passo rumo à impunidade’

O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou “inadmissível” o que chamou de “revista vexatória” em presídios no Brasil. O entendimento da Suprema Corte é de que provas eventualmente obtidas por meio do procedimento são ilícitas. Para deputados ligados à segurança pública, a medida contraria os anseios da população.

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“Mais um passo rumo à impunidade”, disse o primeiro vice-líder da oposição, Ubiratan Sanderson (PL-RS). A decisão do STF vai dar ainda mais facilidade aos criminosos para entrar com drogas, celulares e armas nos presídios. “O Estado está jogando contra a segurança pública.”

Deputado estadual de São Paulo, Capitão Telhada (PP) criticou a classificação de “vexatória” que o STF atribuiu às revistas. “Vexatório é o que o povo está passando nas mãos de marginais às soltas.” Ele citou o exemplo dos indultos temporários, as chamadas “saidinhas”. 


Decisão do STF “é um ataque direto à segurança pública”, diz policial da reserva 

Ex-parlamentares ligados à segurança pública também comentaram a decisão da Suprema Corte. Coronel Tadeu (PL-SP), deputado federal de 2019 a 2023, afirma que a revista íntima é essencial para impedir o tráfico de ilícitos nas prisões. “Direitos humanos só para criminosos?”, questiona. 

O Coronel Telhada (PL-SP), policial da reserva da Polícia Militar de São Paulo, falou que os presídios atualmente já funcionam como escolas do crime, e a medida do STF facilita ainda mais a comunicação entre facções. “Isso é um ataque direto à segurança pública. Se não quer passar por revista íntima, então não leve drogas e armas para presídios.”

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