Recordo que fiquei bastante intrigado dois anos atrás, quando fiz para esta Folha uma reportagem sobre o DNA do gênio musical Ludwig van Beethoven (1770-1827), finalmente “soletrado” pelos cientistas graças a mechas de cabelo dele que foram preservadas. Não entendi muito bem o aparente desinteresse dos colegas gringos por um chifre histórico.
Leia mais (04/05/2025 – 07h00)
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