Confissões de uma viciada em café

Já tive muitos vícios. Na adolescência, não conseguia atravessar uma tarde de estudos sem um pedaço de chocolate. Na faculdade, precisava de um cigarrinho de artista para relaxar todas as noites. Depois, veio a nicotina, o pior dos vícios, que esculhambou a minha saúde por duas décadas. Passei perto de me viciar em álcool. Em seguida caí na sarjeta daquele refri estimulante, cheio de açúcar ou aspartame que, durante anos, bebi todos os dias.
Leia mais (04/07/2024 – 07h00)
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