Quando eu saí de casa com seu nome tatuado na testa, usando uma camiseta com seu rosto estampando em neon, borrifando nos passantes o cheiro do seu pescoço (a meu ver, um entorpecente festivo da melhor qualidade), apontando para sua cabeça com um totem de seta inflável a cada vez que me perguntavam “Nossa, você parece tão bem, o que aconteceu?”, e gritando em janelas e ouvidos que estou indecentemente apaixonada, percebi que você, ainda que esboçando a fórceps gratidões e sorrisos, planejava falecer. Então entendi que devo mesmo respeitar sua timidez.
Leia mais (03/27/2025 – 19h34)
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