Lugar de fala ou de falha?

Outro dia fui tomar café com um amigo roteirista preto e gay que, entre um assunto e outro, me confessou baixinho: não aguento mais ser chamado só para escrever histórias de preto, gay, ou histórias de preto gay. Concordei, falando como se estivesse soltando um segredo de Estado, ou a fórmula da Coca-Cola, que adoraria receber convites para fazer roteiros sobre outros temas que não fossem a maternidade, o ponto de vista feminino, o ponto de vista feminino sobre a maternidade.
Leia mais (04/02/2025 – 08h45)
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