O Tribunal Superior do Trabalho (TST) deve gastar aproximadamente R$ 90 mil com sofás de couro natural. A unidade de uma das peças chega a custar quase R$ 5 mil.
Conforme o TSE, a mobília vai decorar gabinetes de ministros, além de salas de reuniões e de sessões da Corte.
De acordo com o pedido, os objetos deverão possuir “material atóxico, reciclável, reciclado, e/ou biodegradável e bens, preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, fabricada em material reciclável ou biodegradável”.
“Tal medida baseia-se em uma nova mentalidade presente em toda a Justiça do Trabalho, que visa privilegiar iniciativas voltadas à proteção ambiental, como comprova o Guia de Inclusão de Critérios de Sustentabilidade nas Contratações da Justiça do Trabalho, o qual tem como meta estimular o desenvolvimento de uma cultura de responsabilidade socioambiental entre os atores envolvidos nos processos de contratações de bens e serviços da Justiça do Trabalho”, informou o TST.
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