Não há dúvidas de que ambas serão um sucesso de público e organização. São países que adoram, respeitam e investem no futebol feminino, têm infraestrutura praticamente pronta e excelentes estádios. Mas tem um detalhe. São nações que, ao mesmo tempo que merecem, por tudo que fizeram nos últimos anos para ajudar a desenvolver o esporte, estão entre as que menos precisam sediar o Mundial.
Já falei nesse espaço como a popularidade do futebol feminino explodiu na Inglaterra desde que o estádio de Wembley ficou lotado nos Jogos Olímpicos de 2012, quando a seleção inglesa enfrentou o Brasil. Ficou claro que se tratava de um excelente negócio. Vieram patrocínios, transmissões na televisão, aumento de torcida. A liga doméstica se profissionalizou e hoje é uma das mais fortes do mundo. A seleção também se fortaleceu. A Inglaterra sediou e venceu a Eurocopa de 2022 com recordes de público nos estádios e foi finalista da Copa do Mundo no ano seguinte.
Leia mais (04/04/2025 – 18h51)