Um relatório recente revelou que o grupo terrorista Hamas alterou silenciosamente os números de mortes no conflito em Gaza. A organização Honest Reporting, dos Estados Unidos, destacou a remoção de milhares de mortes anteriormente listadas. O jornal britânico The Daily Telegraph divulgou a informação na última quinta-feira, 3.
Salo Aizenberg, da Honest Reporting, afirmou que, em março de 2025, o Hamas retirou dos relatórios 3,4 mil mortes de pessoas já identificadas, o que inclui 1 mil mortes de crianças. Segundo ele, essas fatalidades, que nunca ocorreram, foram manipuladas.
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Andrew Fox, autor do relatório, sugere que as exclusões visam a manter a credibilidade do Hamas, apesar de seus sistemas terem caído em novembro de 2023, o que dificultaria a precisão dos relatórios.
Fox explicou que os dados do grupo terrorista são pouco confiáveis, e a mídia não deveria citá-los. “O Hamas divulga listas como PDFs, dificultando comparações, mas transferimos nomes para Excel para análise em massa”, afirmou.
Hamas mente ao dizer que a maioria das mortes são de civis, diz organização
Ele destacou que a demografia das vítimas enfraquece a alegação de que a maioria são civis. “Cerca de 72% das fatalidades são homens entre 13 e 55 anos, faixa dos combatentes do Hamas”, observou.
O Ministério da Saúde, operado pelo Hamas, inflou números ao não distinguir civis de combatentes e supernotificar mulheres e crianças, ao incluir até mortos antes do conflito.
O Hamas alega que as mortes em Gaza passam de 50 mil, enquanto as Forças de Defesa de Israel (FDI) dizem que 20 mil combatentes morreram. As FDI afirmam mitigar baixas civis.
“As FDI nunca teve, e nunca terá, crianças como alvos deliberados”, afirmaram.
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